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CSP - PERU 2008
Cesar Ojeda, responsável por esta etapa, cuidou muito bem de todos os detalhes, como transporte hotel-campo-hotel para os jogadores, campo gramado totalmente cercado com malha de excelente visibilidade, obstáculos Sup’Air Ball, arquibancadas muito bem protegidas e seguras , excelente comida, banheiros químicos sempre limpos e área confortável para os jogadores. A equipe de árbitros peruanos foi comandada por Paul Munsch, funcionário da Smart Parts, que tem muitos anos de experiência como juiz em torneios da PSP, NPPL e NXL. Além de enviar o juiz, a Smart Parts também providenciou os uniformes dos juízes, com logo do CSP e a bandeira peruana. No sábado os jogos começaram as 10:30h. O Rapinas, equipe brasileira, desta vez veio sem o Kiko (Pogobol), mas manteve Xalo Almeida e Mikko do Ironmen, que vêm jogando os torneios do CSP com o time desde o ano passado e prestando um bom serviço atendendo sempre com cordialidade os jogadores que necessitam de manutenção em marcadoras Dye e Proto. O time argentino Moonwalkers viajou sem o Cordobes novamente e o Perupaintball ficou sem Cesar, que achou melhor ficar apenas com os encargos da organização do torneio. Paul Munsch, experiente juiz da NXL, NPPL e PSP, enviado pela Smart Parts como apoio ao CSP, chefiou a equipe de árbitros e fez um excelente trabalho. Nos intervalos Paul e eu aproveitávamos para reunir os juízes e dar instruções para que fossem corrigindo as falhas, aproveitando assim para dar um curso prático intensivo. Os times da categoria Amador eram todos bastante experientes e apresentavam um nível de jogo não muito diferente da Open. Os peruanos Verdugos e os brasileiros Ink fariam bonito na Open também, sem sombra de dúvida. Na Open os jogos eram mais nervosos, com alguns jogadores reclamando muito cada vez que eram eliminados ou tomavam penalidades, tentando encontrar formas de ganhar de qualquer jeito. Os Moonwalkers, em minha opinião, cometeram o mesmo erro que haviam cometido no CSP Brasil – atiraram pouco demais. Infelizmente nos moldes atuais já não se pode mais aplicar aquela famosa frase “one shot, one kill”. É mesmo na base de muita bolinha que se controla o jogo e os movimentos do adversário. O Generacion não vem jogando muito bem ultimamente. Parece que falta um pouco de conjunto e no desespero acabam cometendo várias faltas que lhes valem muita penalidade. Os garotos do Evolución, do Ecuador, jogaram muito bem, bom conjunto, sem penalidades, sem problemas. Não sei bem o que lhes faltou, pois mereciam uma classificação melhor. Perupaintball teve uma de suas melhores atuações, jogando bem e de forma consistente e tranqüila. Rapinas e Papeletto jogaram muito bem, tratando juízes, organização e adversários sempre com muito respeito. SEMI-FINAIS: Durante as semi-finais a situação dos times não mudou muito. Na categoria Open, as duas equipes brasileiras mantinham o bom desempenho da rodada preliminar. Perupaintball também continuava com seu jogo bem planejado e sincronizado e o chileno Generacion seguia com um jogo nervoso. Ao final da rodada Rapinas e Papeletto obtiveram os melhores resultados, o que lhes permitiria jogar as finais disputando os títulos de Campeão e Vice-Campeão, enquanto Generacion e Perupaintball jogariam pelo 3º e 4º lugares. Na categoria Amador Ink e Verdugos Milícia conquistaram o direito de lutar pelos 2 primeiros lugares. Porém uma cena representou muito bem o espírito esportivo das equipes peruanas, quando antes do jogo Verdugos x Verdugos Milícia todos os jogadores se juntaram num grande abraço no meio do campo. FINAIS: Na categoria Open Perupaintball e Generacion se enfrentaram com vitória dos peruanos no primeiro match por 98 a 4. O segundo match terminou com empate de 20 a 20, sob grandes protestos dos chilenos que infelizmente optaram por abandonar o jogo, não comparecendo para o terceiro match, o que automaticamente colocou o Perupaintball em terceiro lugar. CLASSIFICAÇÃO FINAL: AMADOR: |